A mídia e consequentemente a sociedade brasileira que consome essa mídia se acham no topo do desenvolvimento cultural humano, mas estão cada vez mais antiquados e com pensamento arcaico.
Ninguém pode dizer o que pensa que passa a ser achincoalhado em "praça pública" pelos faces da vida igual era na Idade Média.
A bola da vez está sendo a Joelma do Calypso.
E daí se ela acha ou não que homossexualidade é comparável a dependência química, é a opinião dela, ninguém é obrigado a concordar nem se julgar que ela está errada ou certa.
A chatice é que ninguém pode dizer nada que não seja politicamente correto que todo mundo quer esculachar.
Só que 90% dos que criticam quem fala o que pensa, são aqueles que se estivessem na mesma posição, falariam a mesma coisa.
O exemplo mais comum é aquela coisa de esculachar quem fala mal de gay para passar uma imagem positiva de pessoa pró-diversidade para seus amigos ou grupo de trabalho, mas se tiver um filho gay é o primeiro a querer expulsar de casa ou esconder de todo mundo.
Então, vamos parar de fingir ser o que não somos ou fingir que tomaríamos atitudes que na prática não tomaríamos e jornalistas, façam o favor de transcrever no texto das entrevistas o que a pessoa realmente falou e não o que você queria que a pessoa falasse e se falou que tenha a prova gravada.
Já estamos no século XXI, chega de usar as técnicas de sensacionalismo do "jornalismo da era das cavernas", vamos nos pautar pela qualidade da informação.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
segunda-feira, 26 de abril de 2010
As lições de Chico Xavier
Neste fim de semana pude contemplar uma bela obra cinematográfica. O filme que conta um pouco da história do médium mineiro Chico Xavier.
Não sigo a doutrina espírita, mas sempre me fascinou a aura que esse simpático senhor exercia sobre o povo brasileiro de modo geral. Católicos, budistas, crentes, pessoas de todas as religiões iam até seu encontro em Uberaba.
De olho nisso resolvi me interar mais sobre essa personalidade da qual tanto se comentou e se fala até hoje, mas que é pouco conhecido no seu íntimo.
Na parte técnica o filme foi dirigido por Daniel Filho, competentíssimo diretor de novelas e minisséries, mostra também o talento para contar histórias na tela grande. E dessa vez alternando seu estilo que é comédia romântica. Na verdade ele traz um drama pesado com levesa e suavidade para o público leigo à história e ao espiritismo.
O filme é da distribuidora Downtown e foi produzido em parceria pela Globo Filmes e Sony Pictures, e segundo a distribuidora, o filme foi visto por mais de 590 mil pessoas na semana de estreia nos cinemas, superando todos os recordes de bilheteria em estreias de filmes nacionais desde 1995.
O longametragem é muito bem produzido tanto na estética quanto na atuação, principalmente de Nelson Xavier, que interpreta o médium na fase sexagenária.
A aparência e o modo de agir, falar e seus movimentos corporais nos dão a impressão de estarmos vendo não uma atuação, mas o próprio Chico Xavier em cena.
Atuação de Toni Ramos mais uma vez é brilhante, acompanhada da emocionante dor e ternura que Cristiane Torloni envolve sua personagem e assim cativa totalmente o expectador.
A história envolve o caso inédito na justiça mundial de um julgamento cuja prova fundamental para inocentar o réu foi uma carta psicografada por Chico Xavier, na qual o morto isentava o acusado da autoria do disparo que causou sua morte, deixando claro que foi um acidente e não um assassinato doloso.
E enquanto conta a história da dor que os pais deste jovem morto sentem, em paralelo a biografia do médium mineiro vai se revelando a partir dos 9 anos, passando pela idade adulta até a velhice, em meio as desconfianças e tentativas do povo e da imprensa em comprovar que o mineiro era uma farsa.
O filme não aborda assuntos espíritas tampouco as orgigens da doutrina, não o foco é o personagem que dá nome ao longa. É o ponto positivo do diretor, que não fez um filme para angariar seguidores ou fiéis para o espiritismo, mas sim mostrar a vida do ser humano incrível que Xavier foi.
Extremamente simples, inteligente, bem humorado e carismático, esse foi Chico Xavier, que escreveu mais de 100 livros e nunca usufruiu de nenhum centavo por direitos autorais, todo o dinheiro que gerou foi inteiramente destinado a instituições beneficentes!!Só por esse fato, num país corrupto como o Brasil, ele já dá mostras de ter sido uma pessoa fantástica,além disso expectador sai completamente impressionado com os demais feitos inexplicáveis e surreais do médium como psicografar em línguas das quais ele jamais teve sequer o conhecimento de que existiam, sendo um mineirinho que jamais saiu do pacato interior de Minas Gerais.
Durante os créditos finais outro ponto positivo do filme. Rolam trechos da entrevista original que Chico Xavier deu para um programa de televisão nos anos 60 cujas cenas foram recriadas no filme e ali vendo o Chico Xavier original, fica mais nítida a perfeita atuação de Nelson Xavier.
Enfim, recomendo este longametragem pela qualidade do filme e pelo personagem que ele aborda, seja você cátólico, budista ou adepto do candumblé, este é um daqueles personagens que não tem pátria, sexo ou religião, é um personagem fantástico, um fenômeno e personagens fenomenais devem ter suas histórias contempladas para que delas nós meros mortais errantes possamos tirar algo de útil para melhorar nossa vida, baseados na doação, criatividade e perfeição na qual pessoas como Chico Xavier, Ghandi e Nelson Mandela passaram e por isso provaram que é possível adotar um estilo de vida diferente do massacrante ao qual estamos acostumados a sofrer e seguir.
É possível sim dizer não para o mundo opressor e corrupto e adotar um estilo de vida de doação e de crença em valores éticos e ricos acima das tentações carnais, basta ter DISCIPLINA e VONTADE.
Nota: 8,5.
Crédito: Divulgação.
Não sigo a doutrina espírita, mas sempre me fascinou a aura que esse simpático senhor exercia sobre o povo brasileiro de modo geral. Católicos, budistas, crentes, pessoas de todas as religiões iam até seu encontro em Uberaba.
De olho nisso resolvi me interar mais sobre essa personalidade da qual tanto se comentou e se fala até hoje, mas que é pouco conhecido no seu íntimo.
Na parte técnica o filme foi dirigido por Daniel Filho, competentíssimo diretor de novelas e minisséries, mostra também o talento para contar histórias na tela grande. E dessa vez alternando seu estilo que é comédia romântica. Na verdade ele traz um drama pesado com levesa e suavidade para o público leigo à história e ao espiritismo.
O filme é da distribuidora Downtown e foi produzido em parceria pela Globo Filmes e Sony Pictures, e segundo a distribuidora, o filme foi visto por mais de 590 mil pessoas na semana de estreia nos cinemas, superando todos os recordes de bilheteria em estreias de filmes nacionais desde 1995.
O longametragem é muito bem produzido tanto na estética quanto na atuação, principalmente de Nelson Xavier, que interpreta o médium na fase sexagenária.
A aparência e o modo de agir, falar e seus movimentos corporais nos dão a impressão de estarmos vendo não uma atuação, mas o próprio Chico Xavier em cena.
Atuação de Toni Ramos mais uma vez é brilhante, acompanhada da emocionante dor e ternura que Cristiane Torloni envolve sua personagem e assim cativa totalmente o expectador.
A história envolve o caso inédito na justiça mundial de um julgamento cuja prova fundamental para inocentar o réu foi uma carta psicografada por Chico Xavier, na qual o morto isentava o acusado da autoria do disparo que causou sua morte, deixando claro que foi um acidente e não um assassinato doloso.
E enquanto conta a história da dor que os pais deste jovem morto sentem, em paralelo a biografia do médium mineiro vai se revelando a partir dos 9 anos, passando pela idade adulta até a velhice, em meio as desconfianças e tentativas do povo e da imprensa em comprovar que o mineiro era uma farsa.
O filme não aborda assuntos espíritas tampouco as orgigens da doutrina, não o foco é o personagem que dá nome ao longa. É o ponto positivo do diretor, que não fez um filme para angariar seguidores ou fiéis para o espiritismo, mas sim mostrar a vida do ser humano incrível que Xavier foi.
Extremamente simples, inteligente, bem humorado e carismático, esse foi Chico Xavier, que escreveu mais de 100 livros e nunca usufruiu de nenhum centavo por direitos autorais, todo o dinheiro que gerou foi inteiramente destinado a instituições beneficentes!!Só por esse fato, num país corrupto como o Brasil, ele já dá mostras de ter sido uma pessoa fantástica,além disso expectador sai completamente impressionado com os demais feitos inexplicáveis e surreais do médium como psicografar em línguas das quais ele jamais teve sequer o conhecimento de que existiam, sendo um mineirinho que jamais saiu do pacato interior de Minas Gerais.
Durante os créditos finais outro ponto positivo do filme. Rolam trechos da entrevista original que Chico Xavier deu para um programa de televisão nos anos 60 cujas cenas foram recriadas no filme e ali vendo o Chico Xavier original, fica mais nítida a perfeita atuação de Nelson Xavier.
Enfim, recomendo este longametragem pela qualidade do filme e pelo personagem que ele aborda, seja você cátólico, budista ou adepto do candumblé, este é um daqueles personagens que não tem pátria, sexo ou religião, é um personagem fantástico, um fenômeno e personagens fenomenais devem ter suas histórias contempladas para que delas nós meros mortais errantes possamos tirar algo de útil para melhorar nossa vida, baseados na doação, criatividade e perfeição na qual pessoas como Chico Xavier, Ghandi e Nelson Mandela passaram e por isso provaram que é possível adotar um estilo de vida diferente do massacrante ao qual estamos acostumados a sofrer e seguir.
É possível sim dizer não para o mundo opressor e corrupto e adotar um estilo de vida de doação e de crença em valores éticos e ricos acima das tentações carnais, basta ter DISCIPLINA e VONTADE.
Nota: 8,5.
Crédito: Divulgação.
sábado, 27 de março de 2010
Condenação apenas oficializada
Chegou ao fim o julgamento de mais apelo midiático dos últimos anos. A exposição do caso na mídia foi exacerbada desde o dia do fato até o anúncio da sentença lida pelo juiz do caso, que pasmem, foi anunciada através de autofalantes para o público que aguardava do lado de fora do tribunal.
Aquele monte de gente se espremendo por um espacinho diante do tribunal ou gente que dormia na calçada para pegar um lugarzinho dentro da sessão lembrou a espera pelo anúncio dos números da megasena ou show de rock.
Para mim era óbvio que o casal Nardoni seria considerado culpado, não exatamente pelas provas, mas pela aura de culpa que rodeava-os. Desde o início a mídia de maneira geral propagou que ambos eram culpados e sempre deu muitíssimo espaço para a versão da polícia em detrimento da histórinha do casal.
Se os Nardoni por algum motivo qualquer fossem inocentados, a mídia brasileira passaria a maior vergonha e crise de sua história porque 99% dos veículos de comunicação teriam de se retratar e provavelmente pagar boas idenizações por danos morais aos Nardoni.
É óbvio que o caso provocou comoção nacional bem como outros do tipo como o da Suzana Ritchofen, o crime brutal do "Champinha" ou do garotinho que foi arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro. Mas, tanto a ata dos Direitos Humanos quanto a própria Lei de Imprensa defendem que os veículos de informação sejam imparciais e considerem a todos inocentes antes que sejam condenados pela justiça.
Mesmo sendo óbvio baseado nas provas que a polícia juntou de que não havia terceira pessoa alguma naquele apartamento, não há como provar quem foi que no fim matou a menina,pode ter sido os dois juntos ou apenas um dos dois.
A prova cabal não existe, existe apenas a suposição já que ambos os réus jamais confessaram o crime.
Mas independente disso, a imprensa têm de se manter afastada do papel de julgadora pois este não nos cabe. O que nos cabe é apresentar a versão da polícia com todos os detalhes e a versão dos acusados com todos os detalhes, apontando com clareza os erros e contradições de ambas para que nosso leitor, ele sim, julgue em qual prefere acreditar e qual tem mais chance de ser real.
O trabalho da imprensa não é julgar mas sim apresentar de maneira eloquente os fatos e suas considerações para o público julgá-los e analisá-los.
Mas não foi o que aconteceu nos últimos dois anos, o casal sempre foi apontado como culpado por jornalistas e principalmente pelos comentaristas de programas que descambam para o sensacionalismo voraz e insano.
Defendendo o chamado "efeito CNN" mostrando segundo a segundo qualquer movimentação inútil e insignificante no local dos fatos, repetindo milhares de vezes a mesma história e abusando das imagens invasivas.
Eu sinceramente acredito que o casal Nardoni é culpado, tanto que a justiça assim os condenou, mas nem por isso posso admitir que direitos básicos de ética da imprensa sejam ignorados apenas pelo fascínio que o trágico causa sobre povo.
O criminoso tem de pagar pelo crime que cometeu sim e isso tem de ser noticiado se causa comoção nacional o crime praticado, mas o que não pode jamais acontecer é querer punir o criminoso além do que a justiça determina, ou seja moralmente através da esculhambação midiática!!
Se não é para seguir os códigos de ética, ou a constituição de que vale fazer faculdade de comunicação então?! Qualquer recém saído do terceiro colegial poderia exercer a função de jornalista ou trabalhar na imprensa se é para esse tipo de cobertura espalhafatosa se repetir a cada novo caso que cause comoção na população.
Aquele monte de gente se espremendo por um espacinho diante do tribunal ou gente que dormia na calçada para pegar um lugarzinho dentro da sessão lembrou a espera pelo anúncio dos números da megasena ou show de rock.
Para mim era óbvio que o casal Nardoni seria considerado culpado, não exatamente pelas provas, mas pela aura de culpa que rodeava-os. Desde o início a mídia de maneira geral propagou que ambos eram culpados e sempre deu muitíssimo espaço para a versão da polícia em detrimento da histórinha do casal.
Se os Nardoni por algum motivo qualquer fossem inocentados, a mídia brasileira passaria a maior vergonha e crise de sua história porque 99% dos veículos de comunicação teriam de se retratar e provavelmente pagar boas idenizações por danos morais aos Nardoni.
É óbvio que o caso provocou comoção nacional bem como outros do tipo como o da Suzana Ritchofen, o crime brutal do "Champinha" ou do garotinho que foi arrastado pelas ruas do Rio de Janeiro. Mas, tanto a ata dos Direitos Humanos quanto a própria Lei de Imprensa defendem que os veículos de informação sejam imparciais e considerem a todos inocentes antes que sejam condenados pela justiça.
Mesmo sendo óbvio baseado nas provas que a polícia juntou de que não havia terceira pessoa alguma naquele apartamento, não há como provar quem foi que no fim matou a menina,pode ter sido os dois juntos ou apenas um dos dois.
A prova cabal não existe, existe apenas a suposição já que ambos os réus jamais confessaram o crime.
Mas independente disso, a imprensa têm de se manter afastada do papel de julgadora pois este não nos cabe. O que nos cabe é apresentar a versão da polícia com todos os detalhes e a versão dos acusados com todos os detalhes, apontando com clareza os erros e contradições de ambas para que nosso leitor, ele sim, julgue em qual prefere acreditar e qual tem mais chance de ser real.
O trabalho da imprensa não é julgar mas sim apresentar de maneira eloquente os fatos e suas considerações para o público julgá-los e analisá-los.
Mas não foi o que aconteceu nos últimos dois anos, o casal sempre foi apontado como culpado por jornalistas e principalmente pelos comentaristas de programas que descambam para o sensacionalismo voraz e insano.
Defendendo o chamado "efeito CNN" mostrando segundo a segundo qualquer movimentação inútil e insignificante no local dos fatos, repetindo milhares de vezes a mesma história e abusando das imagens invasivas.
Eu sinceramente acredito que o casal Nardoni é culpado, tanto que a justiça assim os condenou, mas nem por isso posso admitir que direitos básicos de ética da imprensa sejam ignorados apenas pelo fascínio que o trágico causa sobre povo.
O criminoso tem de pagar pelo crime que cometeu sim e isso tem de ser noticiado se causa comoção nacional o crime praticado, mas o que não pode jamais acontecer é querer punir o criminoso além do que a justiça determina, ou seja moralmente através da esculhambação midiática!!
Se não é para seguir os códigos de ética, ou a constituição de que vale fazer faculdade de comunicação então?! Qualquer recém saído do terceiro colegial poderia exercer a função de jornalista ou trabalhar na imprensa se é para esse tipo de cobertura espalhafatosa se repetir a cada novo caso que cause comoção na população.
segunda-feira, 22 de março de 2010
O bem maior
Hoje é o celebrado pela ONU o dia internacional da água, nosso bem mineral maior. Muitísismo mais valioso que ouro, diamante e petróleo, pois sem estes últimos três podemos viver plena e saudáve porém sem a preciosa água mineral o organismo passa a funcionar com dificuldade.
Notícias envolvendo água me chamaram a atenção essa semana. Primeiro a matéria veiculada no programa da rede Globo "Fantástico", que mostrava uma expedição de cientistas que navegou pelo Oceano Ártico no pólo Norte, e dentre outras coisas, evidenciou que os icebergs da região estão derretendo como nunca antes na história moderna do planeta. Os icebergs estão derretendo não apenas nas pontas, mas também na base, abaixo do nível oceânico.
Prova inquestionável, outra aliás, de que o aquecimento global chegou e chegou para ficar.
O problema desse aquecimento é que além de aumentar o nível do mar e provocar a futura inundação de grandes áreas litorâneas ao redor do mundo, a água derretida está quente e a maior quantia dessa água quente nos mares pode alterar diversas rotas das chamadas correntes marítimas e com isso provocar transformações impactantes na vida marítima e consequentemente na terrestre.
Mesmo assim, sabendo que o planeta possui menos de 4% de água doce disponível, nós desperdiçamos água a todo momento, derramando litros e litros pelo ralo.
A notícia boa, é que já existe forma de dessalinizar a água do mar revertendo-a em água doce e potável.
O problema é que esse processo é caríssimo se em comparação com apenas ir na beira do rio e bebê-la, por isso o método não se espalhou pelo mundo e sobrevive apenas em países com alto poder aquisitivo, como os petroleiros do Oriente Médio, os Estados Unidos e Israel.
Portanto, mesmo que exista como transformar a enormidade de água salgada dos oceanos em água doce, muitos morrerão de sede no futuro pois pelo alto valor de custo apenas os ricos terão acesso a essa dádiva, o estopim para permitir a vida existir.
Por isso valorize cada gota!!
Notícias envolvendo água me chamaram a atenção essa semana. Primeiro a matéria veiculada no programa da rede Globo "Fantástico", que mostrava uma expedição de cientistas que navegou pelo Oceano Ártico no pólo Norte, e dentre outras coisas, evidenciou que os icebergs da região estão derretendo como nunca antes na história moderna do planeta. Os icebergs estão derretendo não apenas nas pontas, mas também na base, abaixo do nível oceânico.
Prova inquestionável, outra aliás, de que o aquecimento global chegou e chegou para ficar.
O problema desse aquecimento é que além de aumentar o nível do mar e provocar a futura inundação de grandes áreas litorâneas ao redor do mundo, a água derretida está quente e a maior quantia dessa água quente nos mares pode alterar diversas rotas das chamadas correntes marítimas e com isso provocar transformações impactantes na vida marítima e consequentemente na terrestre.
Mesmo assim, sabendo que o planeta possui menos de 4% de água doce disponível, nós desperdiçamos água a todo momento, derramando litros e litros pelo ralo.
A notícia boa, é que já existe forma de dessalinizar a água do mar revertendo-a em água doce e potável.
O problema é que esse processo é caríssimo se em comparação com apenas ir na beira do rio e bebê-la, por isso o método não se espalhou pelo mundo e sobrevive apenas em países com alto poder aquisitivo, como os petroleiros do Oriente Médio, os Estados Unidos e Israel.
Portanto, mesmo que exista como transformar a enormidade de água salgada dos oceanos em água doce, muitos morrerão de sede no futuro pois pelo alto valor de custo apenas os ricos terão acesso a essa dádiva, o estopim para permitir a vida existir.
Por isso valorize cada gota!!
terça-feira, 9 de março de 2010
And the OSCAR goes to...
E no fim, o barato conquistou o bilionário para os membros da Academia de Cinema.
O grande vencedor do OSCAR 2010 foi Guerra ao Terror, filme de orçamento médio baixo que critica a estupidez da guerra no Iraque simplemtente mostrando a realidade da rotina de um esquadrão antibombas do exército americano. O filme venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, roteiro original, edição, edição de som e mixagem de som.
Ou seja convenceu tanto na parte crítica pelo roteiro interessante e bem estruturado quanto na parte técnica, sob a tutela da ex mulher de James Cameron, que também concorria a categoria de melhor diretor.
Kathryn Bigelow tornou-se a primeira mulher a vencer o prêmio de melhor diretor, será que a votação levou em conta que dificilmente outra mulher chegaria nessa posição de concorrente e resolveram aproveita rpara votar nela até para funcionar como homenagem pelo dia da mulher que seria na segunda-feira?
Teorias da conspiração a parte, o que importa é que ficou provado que não é necessário gastar milhões de dólares para se ter qualidade, usando criatividade e boa administração é possível fazer um grandioso filme.
Pena que como foi lançado sem alarde e sem icentivo, o filme "Guerra ao Terror" foi direto para DVD no Brasil. Em São Paulo, o filme ainda entrou em cartaz no espaço HSBC mas mesmo assim fica por pouco tempo, aproveite para aluigar nas locadoras essa obra prima.
Outro OSCAR que foi mais por considerações terceiras foi o de Jeff Bridges, mais pela soma da obra do que pela atuação no filme pelo qual foi indicado.
Parabéns aos hermanos argentinos, que levaram na da categoria filme estrangeiro por "O segredo dos seus olhos".
O grande vencedor do OSCAR 2010 foi Guerra ao Terror, filme de orçamento médio baixo que critica a estupidez da guerra no Iraque simplemtente mostrando a realidade da rotina de um esquadrão antibombas do exército americano. O filme venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, roteiro original, edição, edição de som e mixagem de som.
Ou seja convenceu tanto na parte crítica pelo roteiro interessante e bem estruturado quanto na parte técnica, sob a tutela da ex mulher de James Cameron, que também concorria a categoria de melhor diretor.
Kathryn Bigelow tornou-se a primeira mulher a vencer o prêmio de melhor diretor, será que a votação levou em conta que dificilmente outra mulher chegaria nessa posição de concorrente e resolveram aproveita rpara votar nela até para funcionar como homenagem pelo dia da mulher que seria na segunda-feira?
Teorias da conspiração a parte, o que importa é que ficou provado que não é necessário gastar milhões de dólares para se ter qualidade, usando criatividade e boa administração é possível fazer um grandioso filme.
Pena que como foi lançado sem alarde e sem icentivo, o filme "Guerra ao Terror" foi direto para DVD no Brasil. Em São Paulo, o filme ainda entrou em cartaz no espaço HSBC mas mesmo assim fica por pouco tempo, aproveite para aluigar nas locadoras essa obra prima.
Outro OSCAR que foi mais por considerações terceiras foi o de Jeff Bridges, mais pela soma da obra do que pela atuação no filme pelo qual foi indicado.
Parabéns aos hermanos argentinos, que levaram na da categoria filme estrangeiro por "O segredo dos seus olhos".
Elas querem casar o quanto antes
Ibope divulgou ontem resultados de sua pesquisa sobre movimentos femininos, e dentre os vários aspectos apurados, me chamou a atenção que 80% das mulheres das classes AA, AB e C DISSERAM QUE PRETENDEM SIM CASAR futuramente. Segundo o IBGE, o número de casamentos no país está subindo vertiginosamente nos últimos anos.
De acordo com os dados do IBGE, são quase 7 casamentos a cada mil habitantes por ano, o maior número desde 1999 quando a pesquisa passou a ser feita.
O Acre foi o estado da federação em que mais pessoas se comprometeram oficialmente, é de lá a maior taxa de casamentos do país.
O instituto atribui o crescimento à facilidade do povo no acesso à Justiça, tanto no que diz respeito as certidões de casamento quanto de nascimento e registro também.
O que mostra que o país está "civilizando-se" e se organizando levando a justiça e o direito até onde há alguns anos não existia sequer menção à Constituição.
Essa pesquisa vem a confirmar um olhar que eu já percebia há algum tempo.
Os jovens dessa nova geração que hoje está entre 17 e 25 anos tem uma vida muito acelerada, em que tudo para eles tem de ser veloz e não querem esperar por nada, querem fazer tudo antes dos 18 anos.
Namorar, fazer sexo, casar, dirigir, beber, trabalhar, usar drogas, enfim, o jovem quer fazer tudo muito rápido, e experimentar de tudo o quanto antes.
E dentre todos esses fatos encaixa-se também o casamento.
Enquanto movimentos femininos lutaram tanto para impedir o casório de jovens e adolescentes, hoje vejo que as mulheres principlamnete das classes B e C querendo casar e ter filhos até no máximo 20 anos.
É de se pensar porque a geração de hoje que deveria desfrutar dos direitos conquistados na base da raça e da força no passado, ao invés de serem desfrutados são ignorados, ou melhor desperdiçados.
Outro exemplo disso é o direito ao voto, renegado durante toda nossa história política, nas eleições simplesmente tem gente que se recusa a ir até a urna.
Talvez seja o aspecto psicológico de só dar valor a algo quando perdemos, ou seja, as garotas só darão valor ao direito que têm de escolher casar após conhecer bem o companheiro e estar preparada tanto psicologica quanto financeiramente, após passar pelo matrimônio cedo demais e sem condições básicas morando de aluguel por aí e sem conhecer bem a pessoa comq uem ela vive.
É por esse despreparo na hora de casar, que também o número de divórcios têm aumentado.
De acordo com os dados do IBGE, são quase 7 casamentos a cada mil habitantes por ano, o maior número desde 1999 quando a pesquisa passou a ser feita.
O Acre foi o estado da federação em que mais pessoas se comprometeram oficialmente, é de lá a maior taxa de casamentos do país.
O instituto atribui o crescimento à facilidade do povo no acesso à Justiça, tanto no que diz respeito as certidões de casamento quanto de nascimento e registro também.
O que mostra que o país está "civilizando-se" e se organizando levando a justiça e o direito até onde há alguns anos não existia sequer menção à Constituição.
Essa pesquisa vem a confirmar um olhar que eu já percebia há algum tempo.
Os jovens dessa nova geração que hoje está entre 17 e 25 anos tem uma vida muito acelerada, em que tudo para eles tem de ser veloz e não querem esperar por nada, querem fazer tudo antes dos 18 anos.
Namorar, fazer sexo, casar, dirigir, beber, trabalhar, usar drogas, enfim, o jovem quer fazer tudo muito rápido, e experimentar de tudo o quanto antes.
E dentre todos esses fatos encaixa-se também o casamento.
Enquanto movimentos femininos lutaram tanto para impedir o casório de jovens e adolescentes, hoje vejo que as mulheres principlamnete das classes B e C querendo casar e ter filhos até no máximo 20 anos.
É de se pensar porque a geração de hoje que deveria desfrutar dos direitos conquistados na base da raça e da força no passado, ao invés de serem desfrutados são ignorados, ou melhor desperdiçados.
Outro exemplo disso é o direito ao voto, renegado durante toda nossa história política, nas eleições simplesmente tem gente que se recusa a ir até a urna.
Talvez seja o aspecto psicológico de só dar valor a algo quando perdemos, ou seja, as garotas só darão valor ao direito que têm de escolher casar após conhecer bem o companheiro e estar preparada tanto psicologica quanto financeiramente, após passar pelo matrimônio cedo demais e sem condições básicas morando de aluguel por aí e sem conhecer bem a pessoa comq uem ela vive.
É por esse despreparo na hora de casar, que também o número de divórcios têm aumentado.
terça-feira, 2 de março de 2010
Resenha Toy Story 3D
O clássico que marcou a entrada pra valer da Pixar no cinema e que fez a empresa torna-se tão grande a ponto de comprar a Dinsey anos depois foi relançado com a perspectiva de 3D.
Mas esqueceram de mandar ao Brasil o filme em 3D!!!!Afinal, fui ao cinema conferir como ficariam os efeitos em se em duas cenas pude perceber que havia algum efeito novo foi muito. Simplesmente colocaram em umas três curtas cenas alguma noção nova de profundidade o que para mim soa como propaganda enganosa, já que prometem um lançamento em 3D e durante todo o filme você continua com a sensação do 2D. Portanto se quiser apresentar aos seus filhos, primos e sobrinhos esse clássico da animação digital vale mais a pena alugar o dvd para a criançada, bem mais econômico e terá a mesma sensação.
Mas esqueceram de mandar ao Brasil o filme em 3D!!!!Afinal, fui ao cinema conferir como ficariam os efeitos em se em duas cenas pude perceber que havia algum efeito novo foi muito. Simplesmente colocaram em umas três curtas cenas alguma noção nova de profundidade o que para mim soa como propaganda enganosa, já que prometem um lançamento em 3D e durante todo o filme você continua com a sensação do 2D. Portanto se quiser apresentar aos seus filhos, primos e sobrinhos esse clássico da animação digital vale mais a pena alugar o dvd para a criançada, bem mais econômico e terá a mesma sensação.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Resenha: Amor sem escalas
A comédia romântica apresenta a história de Ryan Bingham (George Cloney), funcionário de uma empresa terceirizada responsável por demitir os funcionários das empresas contratantes afetadas pela crise econômica. E para realizar esse trabalho ele viaja por diversos lugares tanto nos EUA quanto no exterior.
O filme aborda portanto o ritmo de vida desse cidadão que não tem uma casa para morar, que está sempre acompanhado porém no seu íntimo é solitário, não tem uma casa para onde voltar ou uma família para o receber. Sua casa é um flat alugado e sua família duas irmãs que ele não faz questão de ver.
O personagem de Cloney é totalmente desapegado de imóveis. Ele não faz questão alguma de ter carros, casas ou outros bens, para Ryan Bingham, tudo o que lhe interessa cabe na sua mala de viagens.
Nos relacionamentos a mesma coisa, em cada aeroporto uma mulher diferente, casos sem importância e sem relevância para ele e para as amantes.
Até que tudo muda quando ele se vê apaixonado pela bela Alex (Vera Farmiga) que tem a mesma vida itinerante que ele.
Sua paixão se revela, em partes, graças a sensibilidade que sua nova jovem colega de trabalho Nathalie (Ana Kendrick) o instiga após inúmeras discuções a refletir sobre o sentido que a vida dele têm sem o propósito de ter uma família ou raízes onde se ligar.
A história reflete a distância em que as pessoas estão cada vez mais umas das outras, preferindo se relacionar por internet do que pessoalmente, reflete a sociedade egoísta e individualista que vivemos no ocidente cheia de emoções e relacionamentos falsos em que o padrão de sucesso a ser seguido é ser uma pessoa cheia de bens materiais.
Achei muito interessante também a abordagem ao desemprego pelo qual os EUA estão passando desde o início da crise mundial em 2009, que levou a níveis jamais vistos as taxas dos desocupados no país.
Vale ressaltar a brilhante atuação do trio principal do filme, que contagiam o expectador e são capazes de nos transportar para a história, não à toa os três concorrem a estatuetas de interpretação no OSCAR 2010
"Amor sem escalas" é baseado no livro homônimo de Walter Kim e dirigido por Jason Reitman, do indicado ao OSCAR de melhor filme em 2008, Juno.
Jason repete nessa obra a fórmula que deu certo em Juno, que foi abordar de forma real as relações humanas na sociedade contemporânea marcada pelo crescente individualismo derivado do contato entre as pessoas mais através da tecnologia do que "face a face".
A pricípio pode parecer que será mais um filme bobo de romance porém carrega em si uma visão bastante crítica das relações humanas no mundo tecnológico moderno onde estamos cheios de um vazio profundo.
PS: A obra concorre ao OSCAR 2010 nas categorias de melhor filme, melhor diretor para Jason Reitman, melhor ator para George Cloney, Melhor Atriz Coadjuvante para Vera Farmiga e Ana Kendrick e melhor roteiro adaptado.
Nota: 8,5
Foto: Divulgação.
O filme aborda portanto o ritmo de vida desse cidadão que não tem uma casa para morar, que está sempre acompanhado porém no seu íntimo é solitário, não tem uma casa para onde voltar ou uma família para o receber. Sua casa é um flat alugado e sua família duas irmãs que ele não faz questão de ver.
O personagem de Cloney é totalmente desapegado de imóveis. Ele não faz questão alguma de ter carros, casas ou outros bens, para Ryan Bingham, tudo o que lhe interessa cabe na sua mala de viagens.
Nos relacionamentos a mesma coisa, em cada aeroporto uma mulher diferente, casos sem importância e sem relevância para ele e para as amantes.
Até que tudo muda quando ele se vê apaixonado pela bela Alex (Vera Farmiga) que tem a mesma vida itinerante que ele.
Sua paixão se revela, em partes, graças a sensibilidade que sua nova jovem colega de trabalho Nathalie (Ana Kendrick) o instiga após inúmeras discuções a refletir sobre o sentido que a vida dele têm sem o propósito de ter uma família ou raízes onde se ligar.
A história reflete a distância em que as pessoas estão cada vez mais umas das outras, preferindo se relacionar por internet do que pessoalmente, reflete a sociedade egoísta e individualista que vivemos no ocidente cheia de emoções e relacionamentos falsos em que o padrão de sucesso a ser seguido é ser uma pessoa cheia de bens materiais.
Achei muito interessante também a abordagem ao desemprego pelo qual os EUA estão passando desde o início da crise mundial em 2009, que levou a níveis jamais vistos as taxas dos desocupados no país.
Vale ressaltar a brilhante atuação do trio principal do filme, que contagiam o expectador e são capazes de nos transportar para a história, não à toa os três concorrem a estatuetas de interpretação no OSCAR 2010
"Amor sem escalas" é baseado no livro homônimo de Walter Kim e dirigido por Jason Reitman, do indicado ao OSCAR de melhor filme em 2008, Juno.
Jason repete nessa obra a fórmula que deu certo em Juno, que foi abordar de forma real as relações humanas na sociedade contemporânea marcada pelo crescente individualismo derivado do contato entre as pessoas mais através da tecnologia do que "face a face".
A pricípio pode parecer que será mais um filme bobo de romance porém carrega em si uma visão bastante crítica das relações humanas no mundo tecnológico moderno onde estamos cheios de um vazio profundo.
PS: A obra concorre ao OSCAR 2010 nas categorias de melhor filme, melhor diretor para Jason Reitman, melhor ator para George Cloney, Melhor Atriz Coadjuvante para Vera Farmiga e Ana Kendrick e melhor roteiro adaptado.
Nota: 8,5
Foto: Divulgação.
Resenha "O Lobisomem"
Estreou semana passada a refilmagem do clássico de 1941 "O lobisomem". O filme homônimo de 2010 traz Benicio del Toro no papel principal como Lawrence Talbot o mocinho a ser mordido pela fera e que se transforma na mesma.
Dividindo a cena está o vencedor do OSCAR Anthony Hopkins no papel do pai de Lawrence Talbot.
O filme segue a base do original de 1941 e se passa durante a Inglaterra do século XXVIII. A grande diferença é o tratamento humanizado e o drama familiar que envolve o lobisomem de Beneicio.
A adaptação é dos roteiristas Andrew Kevin Walker e David Self e a direção ficou por conta de Joe Johnson, o mesmo de Jumanji e Jurassik Park 3.
O filme é carregado de uma atmosfera sombria. A fotografia cinzenta abusa do clima gélido inglês e mescla bem os efeitos visuais com efeitos de câmera permitindo bons sustos durante todo o filme e ajudam a evidenciar o drama pelo qual os personagens passam ao longo da trama.
Joe Johnson caprichou no clima de terror e suspense até metade do filme, construindo toda uma aura trágica e assustadora mostrando a besta canina de relances e os estragos que faz nas vítimas.
Porém após a transformação de Talbot em lobo pela primeira vez, as cenas de ação e suspense perdem um pouco a graça pois o lobisomem revelado à tela em determinados momentos está cru, no sentido de mal trabalhado, me passou a impressão de ser um boneco mesmo ou alguém numa fantasia enfim em várias cenas ele perde a veracidade que um filme de suspense necessita para poder contagiar a platéia.
Mas o filme cumpre o que promete, vai na contramão da onda de vampiros e monstros bonzinhos e amigos dos humanos que invadiu Holywood e assim dá vários sustos e arrepios na platéia.
Nota: 7,5
Foto: Divulgação.
Dividindo a cena está o vencedor do OSCAR Anthony Hopkins no papel do pai de Lawrence Talbot.
O filme segue a base do original de 1941 e se passa durante a Inglaterra do século XXVIII. A grande diferença é o tratamento humanizado e o drama familiar que envolve o lobisomem de Beneicio.
A adaptação é dos roteiristas Andrew Kevin Walker e David Self e a direção ficou por conta de Joe Johnson, o mesmo de Jumanji e Jurassik Park 3.
O filme é carregado de uma atmosfera sombria. A fotografia cinzenta abusa do clima gélido inglês e mescla bem os efeitos visuais com efeitos de câmera permitindo bons sustos durante todo o filme e ajudam a evidenciar o drama pelo qual os personagens passam ao longo da trama.
Joe Johnson caprichou no clima de terror e suspense até metade do filme, construindo toda uma aura trágica e assustadora mostrando a besta canina de relances e os estragos que faz nas vítimas.
Porém após a transformação de Talbot em lobo pela primeira vez, as cenas de ação e suspense perdem um pouco a graça pois o lobisomem revelado à tela em determinados momentos está cru, no sentido de mal trabalhado, me passou a impressão de ser um boneco mesmo ou alguém numa fantasia enfim em várias cenas ele perde a veracidade que um filme de suspense necessita para poder contagiar a platéia.
Mas o filme cumpre o que promete, vai na contramão da onda de vampiros e monstros bonzinhos e amigos dos humanos que invadiu Holywood e assim dá vários sustos e arrepios na platéia.
Nota: 7,5
Foto: Divulgação.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Fórmula da invisibilidade já é uma realidade
Invisibilidade sempre foi um sonho antigo da ciência e sempre esteve presente nos filmes de ficção científica como "O homem sem sombra" de 2000 ou "O Homem Invisível" de 1933 sob direção de James Whale, talvez o primeiro filme a abordar o tema.
Enfim, em todos eles, era criada um substância que ingerida pelo personagem principal o permitia desaparecer.
Décadas depois, o sonho parece estar a um passo da realidade. Cientistas criaram recentemente o metamaterial, uma espécie de composto químico formado por fibra de vidro e cobre que consegue alterar a direção de ondas eletromagnéticas impedindo que elas atinjam o objeto que o metamaterial estiver envolvendo.
Portanto, é possível que possa-se criar um metamaterial afim de desviar a onda de luz visível, o que faria com que o objeto desaparecesse pois a luz refletida dele não estaria chegando aos nossos olhos.
Porém o experimento nesse sentido que mais me chamou atenção é do Professor Susumu Tachi da Universidade de Tóquio.
Ele criou uma capa feita de material retrorrefletor que aliada a efeitos de câmera cria a ilusão da invisibilidade. Na verdade funciona assim, uma câmera filma o fundo a ser copiado, essa imagem é direcionada para um computador que a emite através de um obturador na capa que deve estar a frente do local a ser copiado.
Como a capa é retrorrefletora igual as telas de cinema, a imagem do fundo se mistura a imagem na capa formando uma imagem só, dando a impressão de que a capa não existe e que faz parte do fundo em questão, da mesma forma como faz o camaleão.
Esse experimento entusiasmou o mundo científico e promete virar a sociedade de ponta cabeça no futuro.
Afinal, agora que alcançamos a ficção científica será que os que usarem tal capa terão a mesma atitude dos vilões invisíveis dos filmes? Possuindo o poder de não ser visto, mesmo que não seja uma pessoa ruim, a tentação de poder fazer coisas que não poderia sendo visível parecem corroer o carater e os limites dos personagens fictícios levando-os a cometer atrocidades.
Isso aconteceria com nossa sociedade no futuro também? Alguns cientistas afirmam que dentre um ano já será possível ter metamaterial que altere a direção das ondas visíveis de luz permitindo mais um forma de invisibilidade e essa bem mais prática que a capa do professor Tachi que depende de todo um aparato tecnológico de computadores e câmeras.
As implicações pelo poder da invisibilidade são muitas e poderiam ruir nosso mundo como o conhecemos e fazer com que nossa sociedade sim desapareça sucumbindo a falta de responsabildiade.
Já dizia o "filósofo" Peter Parker "grandes poderes trazem grandes responsabilidades".
Não acredito que o ser humano esteja preparado para lidar com esse tipo de poder e fico com o pensamento de que cientistas querem tanto saber se conseguem atingir tal façanha que não pensam se devem relamente criá-la.
Foi assim com a bomba atômica, foi assim com a clonagem e será assim com o poder da invisibilidade, uma façanha colossal, mas que não devia ser descoberta bem como as outras duas.
Crédito: Imagem do acervo da Universidade de Tóquio

Um exemplo da capa de invisibilidade.
Enfim, em todos eles, era criada um substância que ingerida pelo personagem principal o permitia desaparecer.
Décadas depois, o sonho parece estar a um passo da realidade. Cientistas criaram recentemente o metamaterial, uma espécie de composto químico formado por fibra de vidro e cobre que consegue alterar a direção de ondas eletromagnéticas impedindo que elas atinjam o objeto que o metamaterial estiver envolvendo.
Portanto, é possível que possa-se criar um metamaterial afim de desviar a onda de luz visível, o que faria com que o objeto desaparecesse pois a luz refletida dele não estaria chegando aos nossos olhos.
Porém o experimento nesse sentido que mais me chamou atenção é do Professor Susumu Tachi da Universidade de Tóquio.
Ele criou uma capa feita de material retrorrefletor que aliada a efeitos de câmera cria a ilusão da invisibilidade. Na verdade funciona assim, uma câmera filma o fundo a ser copiado, essa imagem é direcionada para um computador que a emite através de um obturador na capa que deve estar a frente do local a ser copiado.
Como a capa é retrorrefletora igual as telas de cinema, a imagem do fundo se mistura a imagem na capa formando uma imagem só, dando a impressão de que a capa não existe e que faz parte do fundo em questão, da mesma forma como faz o camaleão.
Esse experimento entusiasmou o mundo científico e promete virar a sociedade de ponta cabeça no futuro.
Afinal, agora que alcançamos a ficção científica será que os que usarem tal capa terão a mesma atitude dos vilões invisíveis dos filmes? Possuindo o poder de não ser visto, mesmo que não seja uma pessoa ruim, a tentação de poder fazer coisas que não poderia sendo visível parecem corroer o carater e os limites dos personagens fictícios levando-os a cometer atrocidades.
Isso aconteceria com nossa sociedade no futuro também? Alguns cientistas afirmam que dentre um ano já será possível ter metamaterial que altere a direção das ondas visíveis de luz permitindo mais um forma de invisibilidade e essa bem mais prática que a capa do professor Tachi que depende de todo um aparato tecnológico de computadores e câmeras.
As implicações pelo poder da invisibilidade são muitas e poderiam ruir nosso mundo como o conhecemos e fazer com que nossa sociedade sim desapareça sucumbindo a falta de responsabildiade.
Já dizia o "filósofo" Peter Parker "grandes poderes trazem grandes responsabilidades".
Não acredito que o ser humano esteja preparado para lidar com esse tipo de poder e fico com o pensamento de que cientistas querem tanto saber se conseguem atingir tal façanha que não pensam se devem relamente criá-la.
Foi assim com a bomba atômica, foi assim com a clonagem e será assim com o poder da invisibilidade, uma façanha colossal, mas que não devia ser descoberta bem como as outras duas.
Crédito: Imagem do acervo da Universidade de Tóquio
Um exemplo da capa de invisibilidade.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Recuo na mídia Impressa
O Instituto Verificador de Circulação (IVC) apontou que a circulação dos jornais impressos no Brasil recuou 6,9% em 2009.
E essa queda vem sendo constatada vertiginosamente desde meados da década de 90. A partir dos anos 2000 deu uma equilibrada e os números continuaram a cair, mas num índice menor que da década passada.
Acredito que essa queda contínua deve-se a concorrência desleal que a imagem e o som tem sobre as palavras estáticas numa folha de papel. Fora que internet e TV podem ser acessadas de maneira gratuita por quem consome informação através tanto de locais que emitem sinal wi-fi para clientes quanto a TV disponível em bares ou em casa mesmo.
Além de tudo isso adiciona-se a relevância e qualidade que as outras mídias adquiriram ao longo dos últimos anos.
Conquanto a concorrência não abrange toda a faixa do mercado consumidor de comunicação e portanto o jornal diário continuará a ser o principal meio de informação matutino para pessoas que queiram se aprofundar nos temas do dia anterior.
O jornal impresso para sobreviver deve continuar a investir nesse segmento de análises mais bem esmiuçadas dos fatos noticiosos do dia anterior pois este é o leque que tanto TV quanto rádio não alcançam devido ao pouco tempo com o qual contam para emitir uma matéria.
Não existe esse papo de mídias serem melhores umas que as outras, ou que a internet é menos informativa que o jornal impresso pois todas as mídias cometem erros tanto graves quanto simples, sem exceção.
A guerra diária não deve ser entre as mídias pois cada uma tem seu público alvo e seu modo de noticiar um mesmo evento, são todas fatias de um mesmo propósito que é informar.
A briga não deve ser entre as mídias e sim entre os grupos de comunicação, cada um dentro de sua fatia de mercado. Existe espaço para todas as mídias que apresentarem produtos de qualidade.
E essa queda vem sendo constatada vertiginosamente desde meados da década de 90. A partir dos anos 2000 deu uma equilibrada e os números continuaram a cair, mas num índice menor que da década passada.
Acredito que essa queda contínua deve-se a concorrência desleal que a imagem e o som tem sobre as palavras estáticas numa folha de papel. Fora que internet e TV podem ser acessadas de maneira gratuita por quem consome informação através tanto de locais que emitem sinal wi-fi para clientes quanto a TV disponível em bares ou em casa mesmo.
Além de tudo isso adiciona-se a relevância e qualidade que as outras mídias adquiriram ao longo dos últimos anos.
Conquanto a concorrência não abrange toda a faixa do mercado consumidor de comunicação e portanto o jornal diário continuará a ser o principal meio de informação matutino para pessoas que queiram se aprofundar nos temas do dia anterior.
O jornal impresso para sobreviver deve continuar a investir nesse segmento de análises mais bem esmiuçadas dos fatos noticiosos do dia anterior pois este é o leque que tanto TV quanto rádio não alcançam devido ao pouco tempo com o qual contam para emitir uma matéria.
Não existe esse papo de mídias serem melhores umas que as outras, ou que a internet é menos informativa que o jornal impresso pois todas as mídias cometem erros tanto graves quanto simples, sem exceção.
A guerra diária não deve ser entre as mídias pois cada uma tem seu público alvo e seu modo de noticiar um mesmo evento, são todas fatias de um mesmo propósito que é informar.
A briga não deve ser entre as mídias e sim entre os grupos de comunicação, cada um dentro de sua fatia de mercado. Existe espaço para todas as mídias que apresentarem produtos de qualidade.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Caos urbano
Ontem vi de perto o caos que as chuvas aliadas a incompetência do Estado e o desleixo da população são capazes de fazer.
Seja uma pancada torrencial ou mesmo passageira de intensidade média, riachos, rios e córregos avançam sobre ruas, carros e casas alagando a tudo e levando consigo além da lama a honra e esperança das pessoas.
Acompanhei mais de perto o caos pelo qual quem está tentando voltar para casa nos trens da CPTM enfrenta diariamente nesse peíodo chuvoso.
Primeiro a falta de informação sobre o que fazer e para onde ir dos próprios funcionários conosco, usuários.
Prova disso foi que mesmo em meio ao caos na cidade ontem, o 0800 da CPTM informava que as linhas estavam funcionando tranquila e normalmente, sendo que os trens já não circulavam entre Utinga e Mauá.
Depois, devido à falta de informação, ocorre a superpolatação das plataformas à espera do trem preso em alguma parte da via, impedido de avançar devido à cheia dos ribeirões e córregos vizinhos à ferrovia.
Por fim, quando o trem finalmente chega, o sentimento vil de luta pela "sobrevivência" cega grande parte dos homens que saem atropelando mulheres crianças, grávidas, avós, enfim qualquer coisa que esteja entre a plataforma e a porta do vagão. E coitado de quem estiver tentando sair, ou desiste e desce na próxima estação ou enfrenta de cabeça literalmente o rebanho que quer entrar a todo custo.
Além de tudo isso, o trem é obrigado a avançar sobre os trilhos de maneira lenta para não correr risco de descarrilhar.
Motivo pelo qual a viagem que já não é lá muito confortável torna-se um tormento pois é impossível se mexer devido a quantidade excessiva de passageiros no vagão e pela lentidão do trem o trajeto demanda um tempo mais extenso do que o normal.
Essa sim é uma prova de resistência diária e o prêmio, ao contrário dos "Big Brothers" e "No Limites" da televisão, não é um carro e sim apenas o ALÍVIO de poder dizer que chegou-se em casa.
Portanto se você prestar bem atenção, a culpa não cabe somente a esse ou aquele, diversos atores contribuem para o quadro caótico de todo fim de tarde paulista nesse período de chuvas.
A culpa é desde o Governo que planejou mal suas cidades e áreas de escoamento além de não ter construído os piscinões que foram prometidos (na verdade São Paulo construiu menos de 20% dos piscinões planejados), passando pelas empresas de transporte que não dão assistência ao usuário, e terminam na população que vira bicho e ignora qualquer conceito de educação e sociabilidade nos momentos de caos e desinformação agindo como rebanhos de bois insandecidos.
Olham alguém tomando uma ação e sem pensar simplesmente seguem aquele exemplo, na maior parte das vezes, estúpido exemplo como o povo que largou o trem em Utinga para vir a pé pela via alagada até Santo André ou mesmo dos que atravessaram as plataformas da estação de Santo André pulando através dos trilhos ou mesmo o povo que entra na estação e permanece em frente as catracas sendo que nas pontas da plataforma onde ficam o primeiro e o último vagão resta muitíssimo espaço e pouca muvuca.
Portanto, na próxima situação de caos pela qual você passar tente antes de agir como se fizesse parte de uma boiada, raciocinar logicamente e não cometer burrices por impulso porque outros estão fazendo, seja diferente e sábio.
"Ignorante é aquele que não aprende nunca, inteligente é aquele que aprende com seus erros e sábio é o que aprende com os erros dos outros."
Seja uma pancada torrencial ou mesmo passageira de intensidade média, riachos, rios e córregos avançam sobre ruas, carros e casas alagando a tudo e levando consigo além da lama a honra e esperança das pessoas.
Acompanhei mais de perto o caos pelo qual quem está tentando voltar para casa nos trens da CPTM enfrenta diariamente nesse peíodo chuvoso.
Primeiro a falta de informação sobre o que fazer e para onde ir dos próprios funcionários conosco, usuários.
Prova disso foi que mesmo em meio ao caos na cidade ontem, o 0800 da CPTM informava que as linhas estavam funcionando tranquila e normalmente, sendo que os trens já não circulavam entre Utinga e Mauá.
Depois, devido à falta de informação, ocorre a superpolatação das plataformas à espera do trem preso em alguma parte da via, impedido de avançar devido à cheia dos ribeirões e córregos vizinhos à ferrovia.
Por fim, quando o trem finalmente chega, o sentimento vil de luta pela "sobrevivência" cega grande parte dos homens que saem atropelando mulheres crianças, grávidas, avós, enfim qualquer coisa que esteja entre a plataforma e a porta do vagão. E coitado de quem estiver tentando sair, ou desiste e desce na próxima estação ou enfrenta de cabeça literalmente o rebanho que quer entrar a todo custo.
Além de tudo isso, o trem é obrigado a avançar sobre os trilhos de maneira lenta para não correr risco de descarrilhar.
Motivo pelo qual a viagem que já não é lá muito confortável torna-se um tormento pois é impossível se mexer devido a quantidade excessiva de passageiros no vagão e pela lentidão do trem o trajeto demanda um tempo mais extenso do que o normal.
Essa sim é uma prova de resistência diária e o prêmio, ao contrário dos "Big Brothers" e "No Limites" da televisão, não é um carro e sim apenas o ALÍVIO de poder dizer que chegou-se em casa.
Portanto se você prestar bem atenção, a culpa não cabe somente a esse ou aquele, diversos atores contribuem para o quadro caótico de todo fim de tarde paulista nesse período de chuvas.
A culpa é desde o Governo que planejou mal suas cidades e áreas de escoamento além de não ter construído os piscinões que foram prometidos (na verdade São Paulo construiu menos de 20% dos piscinões planejados), passando pelas empresas de transporte que não dão assistência ao usuário, e terminam na população que vira bicho e ignora qualquer conceito de educação e sociabilidade nos momentos de caos e desinformação agindo como rebanhos de bois insandecidos.
Olham alguém tomando uma ação e sem pensar simplesmente seguem aquele exemplo, na maior parte das vezes, estúpido exemplo como o povo que largou o trem em Utinga para vir a pé pela via alagada até Santo André ou mesmo dos que atravessaram as plataformas da estação de Santo André pulando através dos trilhos ou mesmo o povo que entra na estação e permanece em frente as catracas sendo que nas pontas da plataforma onde ficam o primeiro e o último vagão resta muitíssimo espaço e pouca muvuca.
Portanto, na próxima situação de caos pela qual você passar tente antes de agir como se fizesse parte de uma boiada, raciocinar logicamente e não cometer burrices por impulso porque outros estão fazendo, seja diferente e sábio.
"Ignorante é aquele que não aprende nunca, inteligente é aquele que aprende com seus erros e sábio é o que aprende com os erros dos outros."
domingo, 31 de janeiro de 2010
Bateria Biológica - A tecnologia do século XXI
O Século XVIII foi marcado pelo uso da pólvora e carvão, século XIX pelo desenvolvimento dos motores a vapor, o século XX foi marcado pelos motores movidos a derivados do petróleo e o século XXI, já a partir da sua primeira década, apresenta ao mundo as novas formas de movimentar e gerar a energia para nossos veículos e máquinas.
A tendência pelo que tenho analisado ao longo da última década é o advento da energia a bateria.
Usando baterias, não se necessita emitir gases nem precisa-se de escapamentos além do poder de manter cada vez mais km antes de recarregar.
Acredito que carros movidos a bateria elétrica são mais viáveis que os movidos a outras tecnologias como a solar principalmente pelo alto custo para sua implantação em escala industrial e caríssima manutenção.
A bateria é mais barata e menos poluente que todas as outras tecnologias apresentadas até agora.
A grande sacada do século XXI porém não é apenas a substituição do petróleo pela bateria e sim o combustível que vai possibilitar a essa bateria funcionar e gerar energia, já que as baterias de hoje usam fluídos e metais pesados tão tóxicos quanto o gases emitidos pelos veículos à gasolina.
Pois bem, diversas empresas e estudos estão sendo desenvolvidoas nessa questão. Ainda no fim de 2009 foi apresentada uma bateria que transmitia energia por uma simples folha de papel e agora, a Takara Tomy apresentou ao mundo o "ene Cargo" na feira TOY Forum 2010, em Tóquio.
Trata-se de um carrinho movido à bateria elétrica que funciona a partir da adição de AÇÚCAR.
Isso mesmo, quando ela estiver descarregando, basta adicionar alguns ml de refrigerante ou outra bebida com açúcar e ela recarrega, sendo capaz de movimentar um pequeno carrinho de brinquedo.
Isso porque essa bateria, desenvolvida pela Sony, obtém a energia elétrica a partir da quebra das moléculas de açúcar presente nessas bebidas e o melhor, o resíduo restante é apenas água e oxigênio, ou seja, nenhum produto tóxico.
Mas essa bateria não funciona só em carrinhos, a empresa chinesa Daizi Zheng produziu a serviço da Nokia um celular que usa o mesmo princío e assim criou o primeiro celular sustentável pois pode susbituir a velha bateria de lítio, altamente poluente, pela bateria biológica que é totalmente biodegradável e economiza o desperdício de matéria-prima.
De olho nisso, dá para projetar que a bateria biológica será a marca da revolução no modo como as máquinas e veículos funcionam hoje.
Assim como o advento do carvão revolucionou o uso da tração animal e depois o motor movido aos derivados do petróleo superou o carvão, essa bateria biológica será a responsável por toda uma revolução no modo de se fazer carros, máquinas e tudo que o homem produzir que necessitar de um motor ou energia elétrica pois além de ser uma tecnologia limpa é biodegradável e não utiliza metais pesados como as baterias convencionais.
Esse é o século em que vivemos, ao mesmo tempo em que descobrimos o modo perfeito de ter um veículo sem poluir usando a bateria biológica, o Governo do Brasil comemora extasiado o fato de ter enormes reservas de petróleo a serem ainda perfuradas, refinadas e que necessitarão de extrema destruição ambiental para serem retirados os primeiros barris.
A tendência pelo que tenho analisado ao longo da última década é o advento da energia a bateria.
Usando baterias, não se necessita emitir gases nem precisa-se de escapamentos além do poder de manter cada vez mais km antes de recarregar.
Acredito que carros movidos a bateria elétrica são mais viáveis que os movidos a outras tecnologias como a solar principalmente pelo alto custo para sua implantação em escala industrial e caríssima manutenção.
A bateria é mais barata e menos poluente que todas as outras tecnologias apresentadas até agora.
A grande sacada do século XXI porém não é apenas a substituição do petróleo pela bateria e sim o combustível que vai possibilitar a essa bateria funcionar e gerar energia, já que as baterias de hoje usam fluídos e metais pesados tão tóxicos quanto o gases emitidos pelos veículos à gasolina.
Pois bem, diversas empresas e estudos estão sendo desenvolvidoas nessa questão. Ainda no fim de 2009 foi apresentada uma bateria que transmitia energia por uma simples folha de papel e agora, a Takara Tomy apresentou ao mundo o "ene Cargo" na feira TOY Forum 2010, em Tóquio.
Trata-se de um carrinho movido à bateria elétrica que funciona a partir da adição de AÇÚCAR.
Isso mesmo, quando ela estiver descarregando, basta adicionar alguns ml de refrigerante ou outra bebida com açúcar e ela recarrega, sendo capaz de movimentar um pequeno carrinho de brinquedo.
Isso porque essa bateria, desenvolvida pela Sony, obtém a energia elétrica a partir da quebra das moléculas de açúcar presente nessas bebidas e o melhor, o resíduo restante é apenas água e oxigênio, ou seja, nenhum produto tóxico.
Mas essa bateria não funciona só em carrinhos, a empresa chinesa Daizi Zheng produziu a serviço da Nokia um celular que usa o mesmo princío e assim criou o primeiro celular sustentável pois pode susbituir a velha bateria de lítio, altamente poluente, pela bateria biológica que é totalmente biodegradável e economiza o desperdício de matéria-prima.
De olho nisso, dá para projetar que a bateria biológica será a marca da revolução no modo como as máquinas e veículos funcionam hoje.
Assim como o advento do carvão revolucionou o uso da tração animal e depois o motor movido aos derivados do petróleo superou o carvão, essa bateria biológica será a responsável por toda uma revolução no modo de se fazer carros, máquinas e tudo que o homem produzir que necessitar de um motor ou energia elétrica pois além de ser uma tecnologia limpa é biodegradável e não utiliza metais pesados como as baterias convencionais.
Esse é o século em que vivemos, ao mesmo tempo em que descobrimos o modo perfeito de ter um veículo sem poluir usando a bateria biológica, o Governo do Brasil comemora extasiado o fato de ter enormes reservas de petróleo a serem ainda perfuradas, refinadas e que necessitarão de extrema destruição ambiental para serem retirados os primeiros barris.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Avatar no Imax
Neste fim de semana passei pela sensacional experiência que o filme Avatar proporciona no cinema Imax 3D.
O Imax fica no espaço Unibanco, no shopping Bourbon Pompéia, ao lado do Estádio do Parque Antártica e chama atenção pelo tamanho da tela.
O filme é projetado numa tela de 14 m de altura por 21 m de largura, a maior da região.
Além disso, os efeitos que essa tela gigante oferece são ampliados pelo 3D, que permitem ao espectador a sensação de estar dentro do filme.
E Avatar eleva essa experiência a um novo grau pois utiliza muito bem todos os recursos que o 3D e o Imax oferecem.
O diretor James Cameron pode ser "gastão", já que fez o filme mais caro da história, mas provou que sabe produzir blockbusters e como manter o espectador grudado junto ao enredo do filme e maravilhado com os efeitos visuais e sonoros.
Por tudo isso Avatar em 3D torna-se uma experiência sensorial incrível e espetacular.
O ponto negativo do Imax é para quem senta nas primeiras fileiras pois como as cadeiras estão dispostas no sistema Stadium, as primeiras ficam muito próximas à tela que como é enorme não permite ao espectador visualizar tudo o que está aparecendo na cena.
Outro ponto negativo para quem sentar na frente é que em determinadas cenas a legenda fica embassada devido à proximidade da tela.
Porém nenhum desses pontos negativos chega a ser insuportável.
O preço do ingresso é um pouco "salgado", custa R$30,00 a inteira porém devo admitir que para quem gosta de cinema vale a pena pagar e aproveitar a experiência que o filme e o cinema Imax possibilitam.
O Imax fica no espaço Unibanco, no shopping Bourbon Pompéia, ao lado do Estádio do Parque Antártica e chama atenção pelo tamanho da tela.
O filme é projetado numa tela de 14 m de altura por 21 m de largura, a maior da região.
Além disso, os efeitos que essa tela gigante oferece são ampliados pelo 3D, que permitem ao espectador a sensação de estar dentro do filme.
E Avatar eleva essa experiência a um novo grau pois utiliza muito bem todos os recursos que o 3D e o Imax oferecem.
O diretor James Cameron pode ser "gastão", já que fez o filme mais caro da história, mas provou que sabe produzir blockbusters e como manter o espectador grudado junto ao enredo do filme e maravilhado com os efeitos visuais e sonoros.
Por tudo isso Avatar em 3D torna-se uma experiência sensorial incrível e espetacular.
O ponto negativo do Imax é para quem senta nas primeiras fileiras pois como as cadeiras estão dispostas no sistema Stadium, as primeiras ficam muito próximas à tela que como é enorme não permite ao espectador visualizar tudo o que está aparecendo na cena.
Outro ponto negativo para quem sentar na frente é que em determinadas cenas a legenda fica embassada devido à proximidade da tela.
Porém nenhum desses pontos negativos chega a ser insuportável.
O preço do ingresso é um pouco "salgado", custa R$30,00 a inteira porém devo admitir que para quem gosta de cinema vale a pena pagar e aproveitar a experiência que o filme e o cinema Imax possibilitam.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Haiti do paraíso ao inferno
Ao longo da última semana assisti atento e perplexo aos diversos vídeos postados na internet e nos jornais televisivos nos momentos em que o Haiti veio abaixo devido ao terremoto que assolou a pequena ilha que forma o país na América Central. O tremor nem foi um dos mais fortes porém devido a pouca estrutura das contruções e do país no geral, o caos tomou conta do antes paraíso tropical Haiti.
O país acompanha os demais da região como República Dominicana, Bermudas, Bahamas, sobrevive apenas do turismo de seu litoral e da venda de produtos manufaturados.
Por isso, tenso o país ruído sob seus destroços, não há mais empregos, nem comida, nem água potável, nem ordem, nem o próprio Governo resistiu já que até o palácio da presidência ruiu.
Com tudo isos seria impossível manter qualquer ordem por isso o país está em total caos. Não bastasse a situação, o desespero de não ter o que comer nem ocupação, leva as pessoas que já não têm muita índole a cometer crimes, saques e instaurar de vez o inferno na região.
O ser humano possui como caractéristica exibir um lado sombrio nas situações caóticas. Parece gostar de piorar as coisas quando as coisas já estão ruins. Percebe-se que em todas essas tragédias o repete-se esse estado de agressões e crimes dos próprios sobreviventes entre si, como nos episódios de Nova Jérsei após o furacão Catrina por exemplo.
O problema é que esta insegurança é absurda já que atrapalha que a ajuda humanitária possa chegar aos que aind aestão em risco de morte ou debaixo ainda dos escombros. Aí vejo nas imagens de um lado da rua bombeiros retirando corpos e sobreviventes debaixo de colunas e muros euqanto do outro lado da rua estão fazendo saques nos mercados e casas que restaram em pé. É a ironia e o absurdo que causa comoção e tristeza para mim.
É triste ver tantos semelhantes que já tinham uma vida miserável agora vivendo abaixo da miséria, vivendo num verdadeiro inferno tropical.
Mas de tudo isso, ainda é possível tirar pontos positivos. O mais relevante é o sentimento de solidariedade do resto do planeta com os haitianos.
Artistas, governos e a iniciativa privada, da maneira como podem estão enviando suas ajudas, seja pela diretamente pela força dos braços para ajudar os bombeiros ou de longe doando dinheiro, uma rede de ajuda humanitária se uniu à ONU a fim de ajudar e auxiliar no resgate dos sobreviventes e depois para restabelecer o mínimo da ordem básica de direitos e serviços no Haiti.
Vendo essa comoção planetária, senti um otimismo em acreditar que talvez o ser humano ainda tenha alguma salvação, já que no momentos de dor consegue despertar além do lado sombrio também a solidariedade e a fraternidade.
Nossa sobrevivência vai depender de qual lado será mais forte nas próximas décadas, se o lado sombrio ou o solidário.
O país acompanha os demais da região como República Dominicana, Bermudas, Bahamas, sobrevive apenas do turismo de seu litoral e da venda de produtos manufaturados.
Por isso, tenso o país ruído sob seus destroços, não há mais empregos, nem comida, nem água potável, nem ordem, nem o próprio Governo resistiu já que até o palácio da presidência ruiu.
Com tudo isos seria impossível manter qualquer ordem por isso o país está em total caos. Não bastasse a situação, o desespero de não ter o que comer nem ocupação, leva as pessoas que já não têm muita índole a cometer crimes, saques e instaurar de vez o inferno na região.
O ser humano possui como caractéristica exibir um lado sombrio nas situações caóticas. Parece gostar de piorar as coisas quando as coisas já estão ruins. Percebe-se que em todas essas tragédias o repete-se esse estado de agressões e crimes dos próprios sobreviventes entre si, como nos episódios de Nova Jérsei após o furacão Catrina por exemplo.
O problema é que esta insegurança é absurda já que atrapalha que a ajuda humanitária possa chegar aos que aind aestão em risco de morte ou debaixo ainda dos escombros. Aí vejo nas imagens de um lado da rua bombeiros retirando corpos e sobreviventes debaixo de colunas e muros euqanto do outro lado da rua estão fazendo saques nos mercados e casas que restaram em pé. É a ironia e o absurdo que causa comoção e tristeza para mim.
É triste ver tantos semelhantes que já tinham uma vida miserável agora vivendo abaixo da miséria, vivendo num verdadeiro inferno tropical.
Mas de tudo isso, ainda é possível tirar pontos positivos. O mais relevante é o sentimento de solidariedade do resto do planeta com os haitianos.
Artistas, governos e a iniciativa privada, da maneira como podem estão enviando suas ajudas, seja pela diretamente pela força dos braços para ajudar os bombeiros ou de longe doando dinheiro, uma rede de ajuda humanitária se uniu à ONU a fim de ajudar e auxiliar no resgate dos sobreviventes e depois para restabelecer o mínimo da ordem básica de direitos e serviços no Haiti.
Vendo essa comoção planetária, senti um otimismo em acreditar que talvez o ser humano ainda tenha alguma salvação, já que no momentos de dor consegue despertar além do lado sombrio também a solidariedade e a fraternidade.
Nossa sobrevivência vai depender de qual lado será mais forte nas próximas décadas, se o lado sombrio ou o solidário.
São Paulo - Piauí
Olá pessoal, acabaram as férias e estou de volta para criticar, comentar e refletir acerca do mundo em que vivemos e das relações que nele existem, lançando o olhar analítico e jornalístico.
Há muito o que comentar nesses apenas 19 dias da nova década que se iniciou, mas abordarei acontecimentos como o desastre no Haiti nos próximos posts.
Quero iniciar comentando um pouco sobre uma viagem que fiz entre São Paulo e a pacata cidade de Massapê do Piauí.
Foram 11 dias, mais de 5 mil quilômetros rodados numa van, 5 Estados atravessados e muitas histórias para contar.
Viajar por terra é sempre interessante porque permite a você conhecer de perto não só a paisagem, mas as pessoas que ali moram à beira da rodovia e também conhecer mais de perto suas vidas.
Pela janelinha do aviaõ tudo é pequeno e insignificante, pela janela do carro tudo fica mais claro e o ganho cultural acaba sendo bem maior.
Nessa viagem pude conhecer de perto a vida dura do interior Nordestino. Ainda que na cidade de Massapê localizada a mais de 350 km da capital Teresina, não exista a miséria extrema nem as cenas de filme do sertão com enormes desertos onde só existe o tal do xiquexique, espécie de cacto brasileiro.
Não, nessa região pela qual passamos existe água e vegetação em demasia o que falta porém é a vontade política. A maior parte das casas do interior piauiense não possuem água encanada, o que força a populção a depender dos carros pipa, de buscar água em poços artesianos ou aguardar a água literalmente cair dos céus e encher as cisternas na época das chuvas. Essa aliás foi a única ação do Governo para ajudar esse povo esquecido, construir algumas cisternas...
Mas talvez exista um porquê desse descaso. Já parou para pensar que em São Paulo que vive tendo chuvas o ano todo ainda assim falta água em diversas regiões, como no litoral e na grande São Paulo na região de Caieiras, Francisco Morato e Fanco da Rocha? Agora pense que já falta água em São Paulo onde existe muitos rios e chuva porém 95% da populaçao possui água encanada e boa parte do resto do nordeste não. Então pense, e se realmente todo o cidadão nordestino e nortista tivesse acesso a água encanada, não haveria realmente demanda para atender a todos, já que conforme expliquei, sem essa demanda já falta em São Paulo por exemplo. Portanto talvez seja uma das explicações para os diversos governos não se esforçarem muito para acabar com a sede do povo interiorano.
Aliás no Nordeste você percebe como aqui nos grandes centros reclamamos muito de tantas coisas insignificantes. Claro que todos temos problemas e dificuldades, mas as do povo de lá fazem jus ao básico. Enquanto aqui você pode reclamar de ter de tomar ônibus em pleno trânsito para chegar em casa ou de que o sinal da internet está ruim, lá o povo além de trabalhar o tanto que aqui volta a pé para casa e ainda tem de buscar a água do banho no balde carregado na cabeça.
Acompanhei essa vida dura de perto, e compreeendi com facilidade o porquê do êxodo nordestino rumo ao sudeste ao longo das últimas décadas. O sonho de todo jovem de lá ainda hoje é vir para São Paulo ou Rio de Janeiro e deixar a vida pobre e abastada para trás.
Viajar para o Sudeste é o objetivo de vida de quase todos os jovens nordestinos, algo parecido com os jovens de classe média alta que aqui no Sudeste têm como objetivo morar em Nova York ou na Europa.
Para o povo de Massapê, vir para cá significa abandonar tudo o que de ruim existe na região em que vivem, mal sabem que vindo para cá sem estrutura para se manter só trarão mais problemas para si mesmos e para a cidade num todo que já está superlotada , basta pegar a Marginal Tietê em qualquer horário durante o dia para perceber.
Por falar nisso, as rodovias são um capítulo à parte nessa história. Ao mesmo tempo que sinuosas e perigosas revelam paisagens belíssimas com serras, cachoeiras, campos enormes cheios de vegetação variada. Me chamou atenção na Bahia diversos rios de areia que econtrei pelo caminho. Na placa aparecia escrito ponte sobre o "rio tal" mas sob a ponte só havia areia.
Chama atenção também o tamanho colossal do Rio São Francisco, pelo qual passei na divisa entre Juazeiro-BA e Petrolina-PE. Na Bahia aliás foi onde encontrei as piores estradas, nos trechos que abrangem a BR-407.
O trecho entre Capim Grosso e Senhor do Bonfim é um dos piores, em certas partes da pista próximo a pequeníssima Richaçao do Jacuípe, a rodovia federal simplesmente não tinha nenhum tipo de sinalização, nem placa, nem sinais retrorefletivos muito menos o básico que são as faixas pintadas no asfalto. Não, não havia nada, é uma pista totalmente limpa.
Por isso me causou estranheza o fato de ter visto em todo o Nordeste, passando pelas BR 407 e 116, apenas um acidente. Enquanto que no trecho da Fernão Dias sob concessão da OHL, onde por ter diversos pedágios a rodovia é super bem cuidade e sinalizada, possui os sentidos divididos por canteiro e duas pistas para o tráfego, as vezes até três, tanto na ida quanto na volta foram pelo menos uns 12 acidentes, com carros e caminhões tombados às margens da rodovia. Um amostra da irresponsabilidade dos motoristas que por estarem numa pista melhor acham que podem abusar da velocidade.
Mas enfim, o espaço é curto e as histórias são muitas, por isso durante o ano postarei mais de toda a experiência que adiquiri nessa jornada.
Quero apenas destacar o que eu trouxe de volta dos lugares por onde passei e das pessoas que conheci: Primeiro que devemos dar muito valor a vida que possuímos no Sudeste pois se aqui está ruim tenha certeza de que em outros lugares está bem pior; segundo que é possível sim viver sem celular e internet e ainda ser feliz; terceiro que o povo brasileiro é muito trabalhador, sofrido e mesmo assim alegre e receptivo, apenas nas grandes metrópoles encontramos pessoas desconfiadas e fechadas para a sociedade, no resto do país as pessoas querem dividir não se esconder atrás dos muros de suas casas sem nem ao menos saber quem são os vizinhos como acontece aqui nos grandes centros. Em quarto que o Governo não faz nada para melhorar a vida do seu povo, pois no Nordeste não falta água, aliás lá tem de sobra em açudes e nos diversos poços, falta é vontade política de levar a água a quem precisa.
Enfim, o que ficará marcado para mim dessa viagem é aquele slogan de publicidade do Ministério do Turismo, " o melhor do Brasil é o brasileiro", viajando esses 5 mil km atravessando São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piuaí pude perceber que essa frase exprime com clareza e verdade o olhar de quem viaja por esse país.
Há muito o que comentar nesses apenas 19 dias da nova década que se iniciou, mas abordarei acontecimentos como o desastre no Haiti nos próximos posts.
Quero iniciar comentando um pouco sobre uma viagem que fiz entre São Paulo e a pacata cidade de Massapê do Piauí.
Foram 11 dias, mais de 5 mil quilômetros rodados numa van, 5 Estados atravessados e muitas histórias para contar.
Viajar por terra é sempre interessante porque permite a você conhecer de perto não só a paisagem, mas as pessoas que ali moram à beira da rodovia e também conhecer mais de perto suas vidas.
Pela janelinha do aviaõ tudo é pequeno e insignificante, pela janela do carro tudo fica mais claro e o ganho cultural acaba sendo bem maior.
Nessa viagem pude conhecer de perto a vida dura do interior Nordestino. Ainda que na cidade de Massapê localizada a mais de 350 km da capital Teresina, não exista a miséria extrema nem as cenas de filme do sertão com enormes desertos onde só existe o tal do xiquexique, espécie de cacto brasileiro.
Não, nessa região pela qual passamos existe água e vegetação em demasia o que falta porém é a vontade política. A maior parte das casas do interior piauiense não possuem água encanada, o que força a populção a depender dos carros pipa, de buscar água em poços artesianos ou aguardar a água literalmente cair dos céus e encher as cisternas na época das chuvas. Essa aliás foi a única ação do Governo para ajudar esse povo esquecido, construir algumas cisternas...
Mas talvez exista um porquê desse descaso. Já parou para pensar que em São Paulo que vive tendo chuvas o ano todo ainda assim falta água em diversas regiões, como no litoral e na grande São Paulo na região de Caieiras, Francisco Morato e Fanco da Rocha? Agora pense que já falta água em São Paulo onde existe muitos rios e chuva porém 95% da populaçao possui água encanada e boa parte do resto do nordeste não. Então pense, e se realmente todo o cidadão nordestino e nortista tivesse acesso a água encanada, não haveria realmente demanda para atender a todos, já que conforme expliquei, sem essa demanda já falta em São Paulo por exemplo. Portanto talvez seja uma das explicações para os diversos governos não se esforçarem muito para acabar com a sede do povo interiorano.
Aliás no Nordeste você percebe como aqui nos grandes centros reclamamos muito de tantas coisas insignificantes. Claro que todos temos problemas e dificuldades, mas as do povo de lá fazem jus ao básico. Enquanto aqui você pode reclamar de ter de tomar ônibus em pleno trânsito para chegar em casa ou de que o sinal da internet está ruim, lá o povo além de trabalhar o tanto que aqui volta a pé para casa e ainda tem de buscar a água do banho no balde carregado na cabeça.
Acompanhei essa vida dura de perto, e compreeendi com facilidade o porquê do êxodo nordestino rumo ao sudeste ao longo das últimas décadas. O sonho de todo jovem de lá ainda hoje é vir para São Paulo ou Rio de Janeiro e deixar a vida pobre e abastada para trás.
Viajar para o Sudeste é o objetivo de vida de quase todos os jovens nordestinos, algo parecido com os jovens de classe média alta que aqui no Sudeste têm como objetivo morar em Nova York ou na Europa.
Para o povo de Massapê, vir para cá significa abandonar tudo o que de ruim existe na região em que vivem, mal sabem que vindo para cá sem estrutura para se manter só trarão mais problemas para si mesmos e para a cidade num todo que já está superlotada , basta pegar a Marginal Tietê em qualquer horário durante o dia para perceber.
Por falar nisso, as rodovias são um capítulo à parte nessa história. Ao mesmo tempo que sinuosas e perigosas revelam paisagens belíssimas com serras, cachoeiras, campos enormes cheios de vegetação variada. Me chamou atenção na Bahia diversos rios de areia que econtrei pelo caminho. Na placa aparecia escrito ponte sobre o "rio tal" mas sob a ponte só havia areia.
Chama atenção também o tamanho colossal do Rio São Francisco, pelo qual passei na divisa entre Juazeiro-BA e Petrolina-PE. Na Bahia aliás foi onde encontrei as piores estradas, nos trechos que abrangem a BR-407.
O trecho entre Capim Grosso e Senhor do Bonfim é um dos piores, em certas partes da pista próximo a pequeníssima Richaçao do Jacuípe, a rodovia federal simplesmente não tinha nenhum tipo de sinalização, nem placa, nem sinais retrorefletivos muito menos o básico que são as faixas pintadas no asfalto. Não, não havia nada, é uma pista totalmente limpa.
Por isso me causou estranheza o fato de ter visto em todo o Nordeste, passando pelas BR 407 e 116, apenas um acidente. Enquanto que no trecho da Fernão Dias sob concessão da OHL, onde por ter diversos pedágios a rodovia é super bem cuidade e sinalizada, possui os sentidos divididos por canteiro e duas pistas para o tráfego, as vezes até três, tanto na ida quanto na volta foram pelo menos uns 12 acidentes, com carros e caminhões tombados às margens da rodovia. Um amostra da irresponsabilidade dos motoristas que por estarem numa pista melhor acham que podem abusar da velocidade.
Mas enfim, o espaço é curto e as histórias são muitas, por isso durante o ano postarei mais de toda a experiência que adiquiri nessa jornada.
Quero apenas destacar o que eu trouxe de volta dos lugares por onde passei e das pessoas que conheci: Primeiro que devemos dar muito valor a vida que possuímos no Sudeste pois se aqui está ruim tenha certeza de que em outros lugares está bem pior; segundo que é possível sim viver sem celular e internet e ainda ser feliz; terceiro que o povo brasileiro é muito trabalhador, sofrido e mesmo assim alegre e receptivo, apenas nas grandes metrópoles encontramos pessoas desconfiadas e fechadas para a sociedade, no resto do país as pessoas querem dividir não se esconder atrás dos muros de suas casas sem nem ao menos saber quem são os vizinhos como acontece aqui nos grandes centros. Em quarto que o Governo não faz nada para melhorar a vida do seu povo, pois no Nordeste não falta água, aliás lá tem de sobra em açudes e nos diversos poços, falta é vontade política de levar a água a quem precisa.
Enfim, o que ficará marcado para mim dessa viagem é aquele slogan de publicidade do Ministério do Turismo, " o melhor do Brasil é o brasileiro", viajando esses 5 mil km atravessando São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piuaí pude perceber que essa frase exprime com clareza e verdade o olhar de quem viaja por esse país.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Adios 2009
Bom, este é o último post de 2009. Chegou a hora das merecidas férias. O blog volta a ser atualizado após dia 18 de janeiro. Até lá vou bolando mais conteúdos para trazer para vocês.
Mas antes da despedida queria deixar meu muito obrigado a todos que por aqui passaram e não importa se votaram nas enquetes e comentaram ou não os posts. Se pelo menos alguém que por aqui passou leu o título ou a primeira linha de qualquer texto já significa que valeu a pena ter escrito aqui.
Esse blog virou um companheiro quase inseparável. Um espaço intelectual onde posso dividir com a sociedade minhas idéias sobre os mais variados temas.
Tenho certeza que 2010 será o ano do crescimento. Crescimento na qualidade dos textos e no design do blog que será atualizado e crescimento também meu, intelectualmente. Estou cada vez mais estudando, lendo, perguntando e conhecendo para com isso agregar cada vez mais conhecimento para poder externar minhas opiniões de maneira cada vez mais clara, objetiva, interessante, criativa e incisiva.
Boas Festas!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mas antes da despedida queria deixar meu muito obrigado a todos que por aqui passaram e não importa se votaram nas enquetes e comentaram ou não os posts. Se pelo menos alguém que por aqui passou leu o título ou a primeira linha de qualquer texto já significa que valeu a pena ter escrito aqui.
Esse blog virou um companheiro quase inseparável. Um espaço intelectual onde posso dividir com a sociedade minhas idéias sobre os mais variados temas.
Tenho certeza que 2010 será o ano do crescimento. Crescimento na qualidade dos textos e no design do blog que será atualizado e crescimento também meu, intelectualmente. Estou cada vez mais estudando, lendo, perguntando e conhecendo para com isso agregar cada vez mais conhecimento para poder externar minhas opiniões de maneira cada vez mais clara, objetiva, interessante, criativa e incisiva.
Boas Festas!!!!!!!!!!!!!!!!!
Aconteceu em 2009...
2009 chega ao fim e surge a interessante oportunidade de repensar os fatos que aconteceram durante todo este período. É interessante que cada pessoa faça uma retrospectiva do que viveu, sofreu e festejou durante esse ano que se encerra dentro de uma semana.
Porém vou aproveitar este post para comentar não os acontecimentos pessoais e sim os que mais me chamaram a atenção no âmbito global ou nacional, enfim que chamaram a atenção da sociedade para refletir.
2009 começou pessimista. Todos imaginavam seria o ano que marcaria quem sabe o fim da economia moderna, já que a crise nasceu no centro do capitalismo.
Mas não, a crise foi forte, causou desemprego porém passou e diga-se de passagem com uma margem de destruição bem menor do que a imaginada em janeiro. E o que dizer do Brasil então?
Foi um dos últimos a ser atacado pela crise e um dos primeiros a dela sair e voltar a crescer. A grande marca positiva do Governo Lula foi sem dúvida a competência em gerir de maneira eficaz e inteligente nossa economia em todos esse smomentos conturbados da última década.
Ao mesmo tempo que vimos um Governo tão forte na economia, mais uma vez as portas da corrupção foram escancaradas. Nunca houve tanta denúncia e investigação contra a corrupção. Dessa vez tudo gravado, na frente de todo mundo. De dinheiro na cueca a superfaturamento nas contruções do Pan no Rio, denúncias e mais denúncias. O triste é que até as que foram comprovadamente gravadas como do mensalão do DEM no DF, nenhum punido tiveram, ficou para 2010.
Impunidade aliás rolou solta em 2009 nas mais diversas áreas. Quem não devia pagou caro, como o jovem brutalmente atacado por um psicótico com um bastão de baisebol na livraria cultura em plena Avenida Paulista em São Paulo ou o funcionário da Eletropaulo que ficou três dias sendo torturado pelo morador da casa onde ele foi fazer medição no relógio, fora os crimes contra crianças que foram desde pedofilia até agulhadas em rituais de magia negra.
E quem tinha de pagar caro está livre por aí. Tá certo que alguns "dançaram", após anos foragido o ex promotor Igor finalmente foi preso. Mais um dos líderes do assalto ao banco do Brasil também foi "em cana". O Casal Nardoni e Suzane Richtofen permaneceram trancafiados apesar dos inúmeros pedidos de soltura.
Por outro lado foi um ano explosivo. Primeiro a loja de fogos de artifício ilegal que funcionava em Santo André voou pelos ares levando junto as casas vizinhas e levantou a polêmica e apreensão em todos que vivem perto de outras parecidas. Em Salvador prostestantes da bandidagem contra transferência de presos para Mato Grosso colocaram fogo nos ônibus da cidade. Na comunidade do Heliópolis a população juntou-se a arruaceiros e mais carros e ônibus arderam em chamas após a guarda civil de São Caetano após troca de tiros com bandidos acertar apenas uma jovem inocente que estava na rua.
Aliás, para quem diz que nos tempos modernos as pessoas não brigam pelos direitos ou para mudar a sociedade o que não faltou foram prostestos, passeatas, arruaças, confrontos direto entre polícia e manifestantes.
Seja pela irônica desaprovação do povo de Chicago para sediar as olimpíadas, pela conferência do clima na Dinamarca, para Selaya voltar ao poder em Honduras...Enfim, 2009 foi um ano onde o mundo não se entendeu e o povo foi às ruas mesmo.
As pessoas brigaram por coisas estúpidas e sem sentido, lembra do motorista que após um pequeno acidente de trânsito tentou atropelar o dono do outro carro, ou do dono de jornal no interior de SP que matou uma criança e o avô após discussão no trânsito?
Mas nem só coisas ruins aconteceram esse ano, acordos internacionais para ajudar a economia do Brasil foram firmados, estudos científicos avançaram a ponto de possíveis curas para AIDS e Mal de Alzheimer começaram a ser projetadas para testes, comemorou-se os 40 anos da chegada do homem a Lua, o controle da gripe suína, o fim do caos aéreo e a ampliação na qualidade de vida do brasileiro.
Enfim, acredito que 2009 foi melhor que 2008 e que no saldo geral foi equilibrado entre acontecimentos positivos e negativos.
E tudo isso que escrevi aí em cima não representa nem mínimos um por cento do volume de informação e acontecimentos que um ano conturbado e complexo como 2009 abrigou, mas pense aí o que mais marcou 2009 e vote na enquete.
Abraço pessoal.
Porém vou aproveitar este post para comentar não os acontecimentos pessoais e sim os que mais me chamaram a atenção no âmbito global ou nacional, enfim que chamaram a atenção da sociedade para refletir.
2009 começou pessimista. Todos imaginavam seria o ano que marcaria quem sabe o fim da economia moderna, já que a crise nasceu no centro do capitalismo.
Mas não, a crise foi forte, causou desemprego porém passou e diga-se de passagem com uma margem de destruição bem menor do que a imaginada em janeiro. E o que dizer do Brasil então?
Foi um dos últimos a ser atacado pela crise e um dos primeiros a dela sair e voltar a crescer. A grande marca positiva do Governo Lula foi sem dúvida a competência em gerir de maneira eficaz e inteligente nossa economia em todos esse smomentos conturbados da última década.
Ao mesmo tempo que vimos um Governo tão forte na economia, mais uma vez as portas da corrupção foram escancaradas. Nunca houve tanta denúncia e investigação contra a corrupção. Dessa vez tudo gravado, na frente de todo mundo. De dinheiro na cueca a superfaturamento nas contruções do Pan no Rio, denúncias e mais denúncias. O triste é que até as que foram comprovadamente gravadas como do mensalão do DEM no DF, nenhum punido tiveram, ficou para 2010.
Impunidade aliás rolou solta em 2009 nas mais diversas áreas. Quem não devia pagou caro, como o jovem brutalmente atacado por um psicótico com um bastão de baisebol na livraria cultura em plena Avenida Paulista em São Paulo ou o funcionário da Eletropaulo que ficou três dias sendo torturado pelo morador da casa onde ele foi fazer medição no relógio, fora os crimes contra crianças que foram desde pedofilia até agulhadas em rituais de magia negra.
E quem tinha de pagar caro está livre por aí. Tá certo que alguns "dançaram", após anos foragido o ex promotor Igor finalmente foi preso. Mais um dos líderes do assalto ao banco do Brasil também foi "em cana". O Casal Nardoni e Suzane Richtofen permaneceram trancafiados apesar dos inúmeros pedidos de soltura.
Por outro lado foi um ano explosivo. Primeiro a loja de fogos de artifício ilegal que funcionava em Santo André voou pelos ares levando junto as casas vizinhas e levantou a polêmica e apreensão em todos que vivem perto de outras parecidas. Em Salvador prostestantes da bandidagem contra transferência de presos para Mato Grosso colocaram fogo nos ônibus da cidade. Na comunidade do Heliópolis a população juntou-se a arruaceiros e mais carros e ônibus arderam em chamas após a guarda civil de São Caetano após troca de tiros com bandidos acertar apenas uma jovem inocente que estava na rua.
Aliás, para quem diz que nos tempos modernos as pessoas não brigam pelos direitos ou para mudar a sociedade o que não faltou foram prostestos, passeatas, arruaças, confrontos direto entre polícia e manifestantes.
Seja pela irônica desaprovação do povo de Chicago para sediar as olimpíadas, pela conferência do clima na Dinamarca, para Selaya voltar ao poder em Honduras...Enfim, 2009 foi um ano onde o mundo não se entendeu e o povo foi às ruas mesmo.
As pessoas brigaram por coisas estúpidas e sem sentido, lembra do motorista que após um pequeno acidente de trânsito tentou atropelar o dono do outro carro, ou do dono de jornal no interior de SP que matou uma criança e o avô após discussão no trânsito?
Mas nem só coisas ruins aconteceram esse ano, acordos internacionais para ajudar a economia do Brasil foram firmados, estudos científicos avançaram a ponto de possíveis curas para AIDS e Mal de Alzheimer começaram a ser projetadas para testes, comemorou-se os 40 anos da chegada do homem a Lua, o controle da gripe suína, o fim do caos aéreo e a ampliação na qualidade de vida do brasileiro.
Enfim, acredito que 2009 foi melhor que 2008 e que no saldo geral foi equilibrado entre acontecimentos positivos e negativos.
E tudo isso que escrevi aí em cima não representa nem mínimos um por cento do volume de informação e acontecimentos que um ano conturbado e complexo como 2009 abrigou, mas pense aí o que mais marcou 2009 e vote na enquete.
Abraço pessoal.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Indulto de Natal, um insulto a população
Toda data comemorativa é a mesma coisa. Quem comemoram são os presos que ganham o direito ao indulto de Natal. É fato comprovado que a imensa maioria dos que saem no dia das mães ou Natal, aproveitam a data para angariar fundos para si mesmos ou para as quadrilhas que coordenam as prisões brasileiras.
Penso que o indulto é um direito ao qual presos de pouca periculosidade possam ganhar mediante ainda bom comportamento em cela.
Mas tal direito só funciona num país organizado carceral e judicialmente. Ou seja, num país onde a maior parte dos que fazem valer a lei como juízes, delegados, policiais, desembargadores e até os psicólogos que analisam os casos para liberar ou não o preso para a saída, cedem à corrupção e ao poder paralelo, o direito ao indulto representa um enorme risco ao cidadão de bem.
A grande parte dos carcerários liberados para o indulto não são inofensivos coisa alguma, pelo contrário saem com o intuito de reabastecer as reservas das organizações criminosas às quais pertencem e que com esse enorme poder capital conseguem manipular todo tipo de autoridades.
Quem quiser tapar o sol com a peneira e defender a idéia de que o sistema penitenciário no Brasil funciona que gaste tempo fazendo-o porém deveríamos nos esforçar é em corrigir as falhas e cortar o mal pela raiz desmatelando todos os corruptos.
O problema é que a corrupção já está no alto escalão e portanto se a palavra final é dessa minoria, como algo será mudado se como as coisas estão eles continuarão poderosos?
Situação semelhante a vista no Senado. Como senadores que são corruptos poderão ser cassados se o voto para que isso ocorra depende dos outros colegas de anos, os quais muitos devem favores aos acusados??!!!
Isso me remete a uma frase que li dias atrás em algum site ou na TV: "Não se pode exigir de um homem que ele entenda algo se o salário dele depender do que ele não está entendendo." Moral da história: A corrupção é a maior doença do Brasil e devido a ela quase nenhum serviço público funciona direito!!!!!!
Enfim, a situação só será mudada quando algum estadista, alguém que realmente não quer fazer política nem politicagem e sim simplesmente AGIR chegar ao poder e enfrentar sem medo toda a podridão do Estado Brasileiro.
Infelizmente não sou tão ingênuo ou otimista em acreditar que isso algum dia ocorrerá e portanto o que posso na minha humilde condição de comunicador é avisar a todos da realidade podre que nosso país vive e assim dar o alerta de trancar bem as portas e redobrar a atenção nas ruas porque mais uma vez a bandidagem estará a solta, esse é o presente de Natal que nossos políticos e legisladores reservam todo ano para o brasileiro. Que tal agradecer nas urnas da próxima eleição?????!!!!!!!!!!
Penso que o indulto é um direito ao qual presos de pouca periculosidade possam ganhar mediante ainda bom comportamento em cela.
Mas tal direito só funciona num país organizado carceral e judicialmente. Ou seja, num país onde a maior parte dos que fazem valer a lei como juízes, delegados, policiais, desembargadores e até os psicólogos que analisam os casos para liberar ou não o preso para a saída, cedem à corrupção e ao poder paralelo, o direito ao indulto representa um enorme risco ao cidadão de bem.
A grande parte dos carcerários liberados para o indulto não são inofensivos coisa alguma, pelo contrário saem com o intuito de reabastecer as reservas das organizações criminosas às quais pertencem e que com esse enorme poder capital conseguem manipular todo tipo de autoridades.
Quem quiser tapar o sol com a peneira e defender a idéia de que o sistema penitenciário no Brasil funciona que gaste tempo fazendo-o porém deveríamos nos esforçar é em corrigir as falhas e cortar o mal pela raiz desmatelando todos os corruptos.
O problema é que a corrupção já está no alto escalão e portanto se a palavra final é dessa minoria, como algo será mudado se como as coisas estão eles continuarão poderosos?
Situação semelhante a vista no Senado. Como senadores que são corruptos poderão ser cassados se o voto para que isso ocorra depende dos outros colegas de anos, os quais muitos devem favores aos acusados??!!!
Isso me remete a uma frase que li dias atrás em algum site ou na TV: "Não se pode exigir de um homem que ele entenda algo se o salário dele depender do que ele não está entendendo." Moral da história: A corrupção é a maior doença do Brasil e devido a ela quase nenhum serviço público funciona direito!!!!!!
Enfim, a situação só será mudada quando algum estadista, alguém que realmente não quer fazer política nem politicagem e sim simplesmente AGIR chegar ao poder e enfrentar sem medo toda a podridão do Estado Brasileiro.
Infelizmente não sou tão ingênuo ou otimista em acreditar que isso algum dia ocorrerá e portanto o que posso na minha humilde condição de comunicador é avisar a todos da realidade podre que nosso país vive e assim dar o alerta de trancar bem as portas e redobrar a atenção nas ruas porque mais uma vez a bandidagem estará a solta, esse é o presente de Natal que nossos políticos e legisladores reservam todo ano para o brasileiro. Que tal agradecer nas urnas da próxima eleição?????!!!!!!!!!!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Mais uma surra da Amy
O ano está acabando e enquanto preparava meu último post para encerrar o ano vi uma notícia da qual não pude escapar de comentar. Mais uma lambança cômica da Amy Whinehouse.
A drogada biruta que atazana a harmonia alheia. O espírito de "tretadora de rua" ganhou até quadro no programa "Pânico na TV" da rede TV!, que eu achava retratar com exagero a cantora. Exagero esse que não é uma crítica minha, afinal humor caricaturizado tem de ser exagerado. Mas após ler diversas notícias de agressões para cá e prara lá começo a achar que o quadro do Pânico tá é levinho demais em comparação com as atrocidades que a inglesa briguenta comete Londres afora.
A última foi a que me causou gargalhadas logo que li no site globo.com, devido ao absurdo cometido. É tão absurdo e deprimente que chega a ser cômico.
O absurdo já começa pelo recinto em que a cantora baladeira estava. Diz a nota que a cantora assistia a uma peça infanil Cinderella.
Não contente, durante a peça a barraqueira teria, segundo o jornal sensacionalista The Sun, ficado de pé no meio da platéia falando pelos cotovelos palavrões e chamando o ator que interpretava o príncipe para casar com ela ao invés da personagem Cinderella. Além de tudo isso a doida ainda ficou circulando pelo ambiente do teatro obviamente atrapalhando o andamento digno da peça teatral.
O gerente do teatro tomou a única atitude cabível que foi conduzir a rainha do vexame para um camarote a fim de minimizar os estragos. Mas a moçoila barraqueira nçao gostou da atitude do gerente Richard Pound e além d epuxar o cabelo do rapaz ainda deu-lhe uns sopapos bem dados e alguns chutes. É, isso que é atitude rock´n roll misturada com punk e rap.
Enfim, o cara levou mó surra da garotinha. O melhor para Amy seria se afastar de tudo e todos, se internar num hospíticio ou ilha deserta e só sair de lá daqui alguns anos. Essa garota já passou de todos os limites e representa hoje uma afronta e risco de danos físicos à sociedade.
A única coisa de bom que se tira do caso da Amy, é que ela serve como exemplo de como a explosiva mistura fama, dinheiro e drogas acabam com a vida de qualquer pessoa.
O vício podendo ser mantido pelos altos ganhos aliado à pressão da fama extraem toda a vida útil e consciência deixando o ser humano num estado de se achar acima do bem e do mal, acima da vida e da morte. Porém astros e estrelas são apenas simples mortais que souberam focar seu talento e usar o marketing pessoal, não estão acima de nada nem de ninguém e por perderem essa noção terminam a maior parte mortos ou no auge ou no declínio da carreira muitas vezes meteórica.
A drogada biruta que atazana a harmonia alheia. O espírito de "tretadora de rua" ganhou até quadro no programa "Pânico na TV" da rede TV!, que eu achava retratar com exagero a cantora. Exagero esse que não é uma crítica minha, afinal humor caricaturizado tem de ser exagerado. Mas após ler diversas notícias de agressões para cá e prara lá começo a achar que o quadro do Pânico tá é levinho demais em comparação com as atrocidades que a inglesa briguenta comete Londres afora.
A última foi a que me causou gargalhadas logo que li no site globo.com, devido ao absurdo cometido. É tão absurdo e deprimente que chega a ser cômico.
O absurdo já começa pelo recinto em que a cantora baladeira estava. Diz a nota que a cantora assistia a uma peça infanil Cinderella.
Não contente, durante a peça a barraqueira teria, segundo o jornal sensacionalista The Sun, ficado de pé no meio da platéia falando pelos cotovelos palavrões e chamando o ator que interpretava o príncipe para casar com ela ao invés da personagem Cinderella. Além de tudo isso a doida ainda ficou circulando pelo ambiente do teatro obviamente atrapalhando o andamento digno da peça teatral.
O gerente do teatro tomou a única atitude cabível que foi conduzir a rainha do vexame para um camarote a fim de minimizar os estragos. Mas a moçoila barraqueira nçao gostou da atitude do gerente Richard Pound e além d epuxar o cabelo do rapaz ainda deu-lhe uns sopapos bem dados e alguns chutes. É, isso que é atitude rock´n roll misturada com punk e rap.
Enfim, o cara levou mó surra da garotinha. O melhor para Amy seria se afastar de tudo e todos, se internar num hospíticio ou ilha deserta e só sair de lá daqui alguns anos. Essa garota já passou de todos os limites e representa hoje uma afronta e risco de danos físicos à sociedade.
A única coisa de bom que se tira do caso da Amy, é que ela serve como exemplo de como a explosiva mistura fama, dinheiro e drogas acabam com a vida de qualquer pessoa.
O vício podendo ser mantido pelos altos ganhos aliado à pressão da fama extraem toda a vida útil e consciência deixando o ser humano num estado de se achar acima do bem e do mal, acima da vida e da morte. Porém astros e estrelas são apenas simples mortais que souberam focar seu talento e usar o marketing pessoal, não estão acima de nada nem de ninguém e por perderem essa noção terminam a maior parte mortos ou no auge ou no declínio da carreira muitas vezes meteórica.
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